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Retrospectiva Furacão: Terán e os primeiros meses no Rubro-Negro

Foto: José Tramontin/athletico.com.br

Os primeiros meses de Carlos Terán no Furacão foram intensos.

O camisa 13 chegou ao CAT Caju no final de agosto e, em pouco tempo, ganhou espaço no sistema defensivo athleticano.

O zagueiro colombiano estreou pelo Rubro-Negro na vitória diante do Novorizontino, no dia 30 de agosto. Em menos de três meses, disputou 11 jogos pelo clube. Conquistou nove vitórias, fundamentais no retorno à elite do futebol brasileiro.

Assista, abaixo, à #RetrospectivaFuracão com Carlos Terán:

Apoio do grupo rubro-negro

Em sua segunda partida pelo Furacão, Carlos Terán viveu um momento difícil.

Aos 37’ do segundo tempo, com o placar em 1 a 1, o camisa 13 parou um contra-ataque adversário com falta e recebeu o cartão vermelho.

No final, o Rubro-Negro venceu por 3 a 1, um dos triunfos emblemáticos da Série B de 2025.

“Eu tenho uma grande responsabilidade com o time e não a assumi da melhor maneira. Depois, agradeci muito aos meus companheiros, porque a primeira coisa que fizeram foi me apoiar. E a primeira coisa que fizeram quando chegaram ao vestiário foi me abraçar e me motivar”, conta.

A força do Caldeirão

Mesmo com pouco tempo de casa, Terán já sabe que a torcida rubro-negra faz a diferença na Arena da Baixada.

O zagueiro compartilhou o sentimento de entrar em campo com o Caldeirão lotado.

“Esse estádio quando está assim (cheio), com essa magnitude, só gera inspiração e paixão. É o que é gerado quando vemos esse estádio tomado, com todos apoiando o time. É impressionante. É o que todo jogador quer e isso enche de motivação. Não só no dia do jogo, mas também durante a semana, quando você vê que a torcida está motivada”, destaca.

Fotos: José Tramontin/athletico.com.br

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