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Remanescentes do título de 2016 relembram vitória no Couto e início de trajetória vencedora 

Créditos: Arquivo Site Oficial

Há pouco mais de quatro anos, o Athletico Paranaense foi até o Couto Pereira para encerrar um jejum de sete anos sem títulos e levantar mais um troféu do Campeonato Estadual, com uma vitória por 2 a 0 sobre o Coritiba. O cenário deste ano é um pouco diferente, mas também vale a taça no estádio do rival. 

Naquele ano de 2016, a vantagem do primeiro jogo era de 3 a 0. Neste ano, a vitória athleticana foi pelo placar simples. Mas, por outro lado, o elenco não carrega o peso de encerrar um jejum. Muito pelo contrário. Nos últimos dois anos, foram cinco títulos conquistados: Paranaenses 2018 e 2019, CONMEBOL Sul-Americana 2018, Levain Cup 2019 e Copa do Brasil 2019. 

Do time que estava no Couto Pereira há quatro anos, quatro jogadores ainda estão no atual elenco. Santos era reserva em 2016 e hoje é titular indiscutível do Furacão. Já Thiago Heleno e Nikão foram titulares na final e seguem como peças fundamentais da equipe. Walter foi titular e marcou um dos gols na final daquele ano. Em 2020, não está inscrito e ficará na torcida, apenas do lado de fora. 

Nikão chegou ao Rubro-Negro em 2015 e conquistou o primeiro título no ano seguinte. “Eu, particularmente, não imaginava que seríamos tão vencedores. A gente sempre trabalha para isso, mas sabemos das dificuldades. Muito feliz e realizado com essa trajetória vencedora. Então, é mais uma final e temos tudo para poder escrever mais um capítulo dessa história que estamos construindo”, disse. 

Para que o Athletico alcance mais um título Estadual, Nikão aposta no respeito ao adversário, apesar da vantagem adquirida. “É uma vantagem, mas não tem nada ganho. Precisamos confirmar isso em mais 90 minutos, contra uma equipe qualificada. Clássico não tem como projetar, mas estamos preparados para fazer um grande jogo e, se formos merecedores, sair com o título”, completou. 

Walter foi decisivo no título de 2016, marcando gol na partida final no Couto Pereira. “Lembro como se fosse hoje. Fazer um gol em uma final já é importante, contra o rival e na casa deles, foi um dos melhores momentos da minha carreira. Temos jogadores experientes e jovens com muita qualidade. Temos todas as chances de vencer novamente”, apontou.

De fora, passa aos demais companheiros a experiência daquele ano e torce de longe por mais um título. “É triste, porque eu queria estar junto com o grupo, indo para o jogo. Mas vai ficar minha torcida muito especial, assim como foi no primeiro jogo da final. Temos que ter um pouco de paciência e buscar o gol, porque isso dificulta ainda mais a equipe deles”, reforçou.

O goleiro Santos busca agora o tricampeonato paranaense. Em 2016, no Couto Pereira, estava no banco de reservas. Em 2018, atuou durante todo o primeiro turno e depois seguiu defendendo apenas a equipe principal, que terminou a temporada com o título da CONMEBOL Sul-Americana.

Eu fico feliz de poder disputar mais uma vez a final do Estadual. Tive o privilégio de ganhar duas vezes e espero poder ganhar o terceiro. Nos outros anos foram diferentes, mas apesar de não ter atuado no Couto, foi uma sensação muito boa”, relembrou. “Vivemos um momento especial na história do Clube e queremos seguir vencendo”, finalizou.

Fotos: Gustavo Oliveira/Site Oficial – Arquivo

Comentários

SIRLEY HIROAKI MIDORIKAWA
2 meses

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Já o Adriano tem que ver se joga como jogava no exterior, se não tiver condições, fica um tempo no banco.

SIRLEY HIROAKI MIDORIKAWA
2 meses

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Apesar do TRI, professor Dorival, temos que ter humildade e colocar os jogadores novos, eles estão ávidos para fazerem história no clube. Santos o melhor goleiro do Brasil, Khelven excelente lateral, Nicão o craque, Pedrinho entrou e já deu outra dinâmica no grupo. Avisar o Vitinho que não basta correr, tem que levantar a cabeça e fazer passes aos companheiros melhor posicionado.